Janaína após críticas: Se tivesse ficado no meu lugar, PT estaria no poder

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© Alesp/Carol Jacob Janaína Paschoal: se eu tivesse ficado no meu devido lugar, quando ainda nem era 'apenas uma Deputada Estadual', o PT estaria no poder, disse

A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) usou suas redes sociais, nesta segunda-feira (15), para rebater críticas que recebeu após ter exigido que o presidente Jair Bolsonaro demitisse o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

De acordo com a parlamentar, desde o fim de semana ela recebe mensagens dizendo para se colocar “em seu devido lugar”.

Em resposta, Janaína disse: “se eu tivesse ficado no meu devido lugar, quando ainda nem era ‘apenas uma Deputada Estadual’, o PT estaria no poder”.

Janaina Paschoal

Bom dia, Amados! Desde sábado, venho recebendo mensagens, apontando que eu deveria me limitar ao meu devido lugar. Que eu sou “apenas uma Deputada Estadual”. Recebo esses conselhos, humildemente, como todos os demais.

Janaina Paschoal

Só gostaria de lembrar duas coisinhas: 1- Se eu tivesse ficado no meu devido lugar, quando ainda nem era “apenas uma Deputada Estadual”, o PT estaria no poder. 2- Os aplausos reiterados levaram Lula à prisão!

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No sábado, Janaína pediu, por meio de seu Twitter, a demissão do ministro do Turismo, após denúncia de que ele teria ameaçado de morte a deputada federal Alê Silva (PSL-MG).

“Todo meu apoio à Deputada Federal Alê Silva. E agora, Presidente? O Ministro do Turismo fica? A Deputada Federal eleita também estaria mentindo? Exijo a demissão do Ministro! Não tem que esperar conclusão de inquérito nenhum!”, disse a parlamentar.

A ameaça de morte à deputada Alê Silva teria ocorrido em uma reunião do ministro com correligionários em março, em Belo Horizonte.

A parlamentar prestou depoimento espontâneo na última quarta-feira à Polícia Federal relatando esquema de candidaturas de laranjas no PSL, comandado por Álvaro Antônio. Ela deve prestar depoimento nas próximas semanas.

Segundo Janaína, o afastamento do ministro não implicaria atribuição de culpa, “apenas um sinal de que o presidente se importa com as mulheres de seu partido”.

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